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Morre catador baleado ao tentar ajudar músico fuzilado pelo Exército

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pós 11 dias lutando pela vida no Hospital Carlos Chagas, em Marechal Hermes, o catador Luciano Macedo, de 28 anos, não resistiu e morreu. Ele foi baleado na ação do Exército do último dia 7, em Guadalupe, na Zona Norte do Rio, onde morreu também o músico Evaldo Rosa, que teve o carro atingido por 83 tiros disparados pelos militares.

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Luciano foi ferido ao tentar ajudar Evaldo e a família dele alvos do ataque do Exército. O músico e os parentes passavam pelo local de carro a caminho de um chá de bebê, quando soldados dispararam contra o veículo onde estavam o filho dele de 7 anos, a mulher, uma amiga e o sogro, que também foi baleado.

O catador passou por uma traqueostomia e cirurgia no pulmão na tarde desta quarta-feira, mas não resistiu. A Justiça determinou duas vezes a transferência do catador para outro hospital, mas nenhuma foi cumprida.

O catador deixa a mulher Daiana Horrara, que está grávida de 5 meses. A família está sendo assistida pela ONG Rio de Paz e pelo escritório João Tancredo. Nove dos 10 militares envolvidos no caso tiveram a prisão temporária convertida em prisão preventiva em audiência de custódia, realizada no último dia 10.

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